Inferioridade: Muda

 

No último texto em que falámos sobre inferioridade falámos dos nossos sentimentos e do porquê de nos sentirmos inferiores, procurámos as respostas e neste texto encontramos a maneira de mudar. Neste texto vamos mudar e aprender a deixar de nos sentirmos inferiores. Vamos começar.

Em primeiro lugar, não queiras ser como os outros. Os complexos de inferioridade estão presos no teu desejo de ser como outra pessoa, como resultado, ficas a utilizar uma máscara e a viver uma mentira. É claro que não há mal nenhum em experimentar coisas novas e em tentar ampliar os horizontes. Mas não tentes ser outra pessoa e sê tu mesmo. Deixo-te aqui um conselho que é: em vez de te comparares com as outras pessoas, usa-as como inspiração.

O segundo passo é ver as qualidades. Quando te julgas inferior, acabas por destacar o que não tens (em vez de agradeceres pelo que tens). Todos temos algo de bom. Reflete com sinceridade sobre ti e sobre a tua vida. Faz uma lista de pontos positivos. Pode ser algo como: “Eu sou um bom trabalhador” ou “O meu sorriso é bonito “.

Quando tiveres terminado, pensa em quantas coisas boas tens na vida. Elas não servem para te tornarem melhor do que os outros. O teu único propósito deve ser a tua própria felicidade e ser grato por tudo de bom.

O terceiro passo é não te compares com os outros. Normalmente pessoas com complexos de inferioridade passam alguma parte da vida a nivelarem-se  em relação a todos os outros à sua volta. Fica a saber que isso não faz sentido, pois tudo na tua trajetória foi e é diferente dos outros, começando pela infância, país, família etc.

Outro passo é não pensar em extremos. Isso quer dizer colocar toda a culpa num único fator que, se pudesse ser mudado, resolveria todos os problemas. Há quem acredite com todas as forças que, se perdesse 10 quilos, seria feliz. Outros creem que, se tivessem um emprego melhor, estariam mais satisfeitos com a vida. A questão é que, mesmo depois de esses indivíduos finalmente alcançarem esses objetivos, eles experimentam uma felicidade meramente temporária. Isso porque, no fundo, essas pessoas continuam inseguras.


O penúltimo passo é parar de te sabotares. Todas as vezes que dizes  coisas como “Ela não gosta de mim porque eu sou feio” ou “Eu não vou conseguir esse emprego ” estás a alimentar o teu complexo de inferioridade e a reforçar crenças negativas sobre ti mesmo. Da próxima vez que um pensamento negativo vier assombrar o teu cérebro, em vez de cederes, interrompe-o imediatamente e diz algo positivo para compensar.

O último passo é trabalhar  a tua autoconfiança. O primeiro passo é corrigir a imagem mental que tens de ti mesmo. Se te sentes abaixo dos outros com base em ideias falsas que criaste e isso ficou enraizado no teu próprio cérebro, lembra-te sempre de que essa visão não corresponde à realidade. Livra-te de rótulos que inventaste para ti.

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