Simplesmente Ler …

Quando entram numa livraria o que vos chama a atenção?  Os autores mais vendidos? As capas com o design mais chamativo? Os títulos?

Admito que o que me chama mais a atenção são as histórias que os títulos criam na minha mente, mesmo antes de os ler. Durante muitos anos, estive sem ler. Confesso que não me orgulho desta fase. Deixei outras coisas, nomeadamente séries televisivas, ocuparem o lugar da leitura. Mas um bom filho a casa retorna!

E agora perguntam-me: O que te levou a voltar a ler?

A resposta é muito simples. No meu último aniversário, alguns colegas de trabalho reuniram-se e ofereceram-me um Vale Presente de uma conceituada livraria. Admito que nos últimos tempos só frequentava as livrarias para adquirir livros específicos e voltados para uma das minhas áreas profissionais, o ensino. Movida por esse Vale Presente, entrei na dita livraria para o gastar, visto que o prazo terminava em breve. Deambulei pelas várias seções e peguei num livro de receitas que tinha uma enorme curiosidade de conhecer. Desfolhei o livro e tomei a minha decisão de o adquirir. Estava já em caixa, preparada para pagar, quando reparei no livro de despoletou o meu regresso à leitura, Foi sem querer que te quis, de Raúl Minh’Alma. Foi aquilo que se chama uma compra por impulso e que compra…..

Nunca fui fã de autores portugueses. Cheguei a comprar livros que se encontravam há semanas no Top de Vendas, mas não consegui passar das primeiras páginas. É como se diz na gíria: o meu santo não se cruzou com o dele.

Foi sem querer que te quis foi um livro que me surpreendeu pela forma como o autor desenvolve a história, história essa familiar a tantas pessoas. Fala-nos de como obter a receita para sermos felizes no amor. Quem nunca quis alcançar a verdadeira fórmula da felicidade? Entender o universo complicado de uma mulher? Perceber o porquê do homem ser um bicho do mato? Apaixonar-se no verdadeiro sentido da palavra? Este livro ajuda-vos a encontrar respostas para algumas dessas perguntas.

Agora surge uma segunda pergunta: Como é que me senti após a leitura deste livro?

A resposta também é muito simples. Este livro permitiu-me fazer uma introspeção e perceber o que tinha corrido mal em algumas das minhas relações amorosas. Perceber que, por vezes, a culpa é nossa por nos apegarmos aquela pessoa e pensar que esse apego é amor. O amor é algo que nos eleva a um estado maior enquanto o apego nos faz pensar que amamos. Meus amigos, não estamos a amar essa pessoa nem a nós próprios, porque quem se apega a algo ou a alguém sente carência e a carência é incompatível com o amor.

Comentem este post e digam-me se concordam com a minha perspetiva. Gostaria muito de saber a vossa opinião!

Promete-vos falar de outros livros que li nos últimos tempos, dizendo-vos o que aprendi com eles e como me ajudaram, quer física quer espiritualmente. Se me ajudaram, também te podem ajudar!

Não tenham medo de ler e de voar ….


Abraços & Beijos

TCR

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: