Um violino na noite!

Olá, meus amigos, a nossa rubrica de hoje vai incidir, uma vez mais, sobre um livro da Jojo Moyes. Um violino na noite foi o livro escolhido.

Escolhi este livro porque nos conta a história de uma violinista que, de um dia para o outro, se vê obrigada a mudar de vida. Habituada a viver no luxo, ela mais os seus filhos, vêm as suas vidas dar uma volta de 180º quando o seu pilar masculino morre num acidente de viação.

Com a morte dele, descobrem-se as dívidas que os faz perder a casa e, consequentemente, a amante. Todo o seu mundo desaba. Contudo, nem tudo está perdido, pois herda uma casa de um tio-avô com quem já não mantinha contacto há anos. Aliás, ainda se lembrava da Casa Espanhola, uma das poucas recordações da sua infância que ainda preservava.

Apesar de tudo, encarou esta herança como um novo recomeço, longe de dívidas e mentiras. Escusado será dizer que a nossa violinista passará por diversas peripécias, visto que a casa herdada não se encontrava nas melhores condições, para além de ser cobiçada por outras pessoas.

Mas não há nada que nos derrube, mesmo quando nos deparamos com situações extremas. Costuma-se dizer que é em situações como essa que as nossas capacidades de superação e resiliência vêm sempre ao de cima. Como se diz na gíria popular: “há que separar o trigo do joio”

Encarei este livro quase como uma lição para a vida. Vamos lá ver o porquê de eu ter essa opinião.

Nós, seres humanos, temos um grande defeito: acreditamos que tudo de mal acontece aos outros e não a nós. (Penso que a maioria concordará comigo)

Agora pensem para vocês: Quantas vezes ouvimos uma notícia triste e ficamos “felizes” por a situação ter acontecido com os outros e não connosco?  (Inconscientemente, todos temos a mesma reação. É tão natural como respirarmos!)

Meus amigos, deixo-vos aqui um pequeno conselho: nunca se esqueçam que todos temos telhados de vidro!

Quando demonstramos indiferença, e até desdém, temos uma maior probabilidade de atrair vibrações negativas para nós e para os nossos. Deixemo-nos de atitudes que não nos levam a lado nenhum

Demonstrem mais compaixão pelo próximo, porque, um dia destes, poderemos vir a precisar de quem tão ferozmente criticamos.

Termino a rubrica de hoje com um provérbio bem antigo: “Um dia é do caçador, outro dia é da presa”.

Como sempre quero ler os vossos comentários!

Leiam muito e nunca deixem de voar ….

Abraços & Beijos

TCR

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