BEM ME QUERES, MAL ME AMAS

Olá, a todos, e sejam bem vindo, uma vez mais, a esta nova rubrica que, apesar de ser dedicada ao amor, nas suas diferentes formas, não o pretende banalizar, mas sim vê-lo de todas as perspetivas possíveis. Hoje vou falar-vos de desilusões amorosas. Todos já, pelo menos, tivemos uma grande desilusão amorosa, em que esta teve um impacto brutal na nossa vida, ao ponto de quase pensarmos que íamos morrer. Podem achar que estou a dramatizar, mas quantos de vós não passou por uma situação semelhante? O drama faz sempre parte do quotidiano humano, quer queiramos ou não.

Todos nós já amámos, ou pensámos que amámos, intensamente alguém. Todos nós já nos sentimos sem chão quando a relação acabou. Todos nós sentimos ódio por a outra pessoa ter “gozado” com os nossos sentimentos. Todos nós já nos sentimos partidos e até mesmo incompletos, após o fim de uma relação, independentemente da sua duração. São vários os sentimentos que nos percorrem e são todos válidos, porque cada pessoa sofre de forma distinta e própria.

Contudo, quero-vos deixar uma mensagem de esperança, porque todas estas desilusões têm um intuito e/ou um propósito. Estas desilusões ensinam-nos a sermos fortes e são grandes mecanismos de auto-aprendizagem . Como diz o velho ditado ” O que não nos mata, torna-nos mais fortes!”

Ensinam-nos a sermos melhores seres humanos e a procurarmos o melhor para nós e para os outros, pois, quer queiramos ou não, as nossas ações vão sempre ter repercussões nos outros. Essa conclusão não é imediata. Só após alguns meses, ou mesmo anos, chegamos à conclusão de que tudo acontece por um motivo. E se nos afectou é porque alguém quer o melhor para nós e que a tal relação não era, de todo, boa para nós.

Termino, dizendo-vos que perdoem que vos magoou, porque vão chegar à conclusão que estão e são melhores pessoas sem eles.

“Deus escreve certo por linhas tortas!

Até daqui a quinze dias!

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