BEM ME QUERES, MAL ME AMAS

Sejam bem-vindos a mais um texto sobre o amor! Chegou mais uma ótima semana para falar do amor na sua imensidão. Preparado para falar de amor? Hoje vamos falar do momento em que conhecemos alguém e as coisas não correm como queremos. Curioso? Continua a ler.

Como bem sabem, quando conhecemos alguém novo, há uma grande probabilidade de nascer uma atração, quer seja física quer seja emocional. Contudo, nem sempre as coisas correm como queremos, ou seja, a atração pode não ser mútua e dá-se aquilo que se designa de rejeição.

A rejeição também é uma forma de amor, mais concretamente é uma forma de amor próprio, pois obriga-nos a fazer uma introspeção e só assim percebemos o que correu mal. Se o problema foi nosso ou se simplesmente não tinha de acontecer.

A rejeição permite-nos fazer um upgrade, de modo a que nos possamos melhorar e de modo também a procurarmos algo diferente daquilo que nos atraiu, inicialmente. Há um ditado que nos diz “que nem tudo o que reluz é ouro!” O mesmo se aplica às relações. Não é por ter havido o tal clique que é um amor para a vida toda. Por vezes, temos de passar por algumas deceções para conseguirmos encontrar aquilo que nos vai complementar.

Quando uma porta é fechada, por norma, abre-se uma janela!

Até daqui a quinze dias …

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