Nazarenas e Matrioskas

Olá, meus amigos, seja, bem-vindos a mais uma rubrica. O livro que decidimos explorar hoje é o Nazarenas e Matrioskas, de Margarida Rebelo Pinto. É a primeira vez que vos trago um livro desta autora. Admito que não é das que mais leio (aliás, atrevo-me a dizer que este foi o primeiro livro que li escrito por ela), mas este livro, em particular, mereceu a minha atenção. porque é uma resenha de pequenas crónicas que se tornam familiar a todos nós, ou seja, conseguimos, a certa altura, identificar-nos com elas.

 A escritora transporta-nos para um mundo povoado de muitos universos, entre desabafos e reflexões, revelando uma estrondosa capacidade de conquistar os leitores através de uma forma muito simples de escrita.

Nestas pequenas histórias, há devoradores de sonhos, mulheres sós, ilhas perfeitas, noivas russas, homens apaixonados, músicos rebeldes, videntes racionais e amigos para toda a vida. Personagens muito diferentes entre si, mas semelhantes nos seus medos e desejos, que exprimem a mesma vontade de procurar o que nunca foi fácil de encontrar, ou seja, temos de admitir que precisamos de alguém.

Quantas vezes temos de pedir ajuda e não o fazemos por medo ou vergonha? Estas pequenas crónicas ajudam-nos a perceber que ninguém existe só por existir e que todos, a uma determinada altura da vida, precisamos de alguém na nossa vida, nem que seja só para nos ouvir.

Alguém que nos oiça e não nos critique, pois, por vezes, o simples facto ter alguém a nos escutar é o melhor presente que nos podem dar!

Até daqui a quinze dias!

TCR

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