Hora da Conversa com… Irina

OteuBemEstar: Olá! Espero que estejas bem. Hoje é dia de conversarmos um pouco sobre ti! Vamos começar? A primeira pergunta que eu tenho para ti é, neste momento, como te descreves, ou seja, “Quem és tu?”

Irina: Eu sou a Irina, de signo Virgem com ascendente em Capricórnio, um ser do Universo que tenta cada vez mais compreender e viver uma vida ligada à espiritualidade. Iniciei esta jornada de aprendizagem há seis anos , quando me ofereceram o meu primeiro baralho de tarot. Esta sempre foi uma área que me cativou. Aprendi sozinha, sem cursos e tenho vindo a desenvolver as minhas técnicas de tiragem e leitura ao longo destes anos. Este ano, em plena pandemia, decidi abraçar o tarot de forma profissional e dar este passo – arriscado – mas importante na minha vida.  Sei que o meu propósito no mundo passa por ajudar pessoas, mostrando-lhes o seu potencial máximo e dando-lhes força e esperança de que o poder da mudança está nas suas próprias mãos.

OteuBemEstar: Conta-me como foi a tua infância?

Irina: A minha infância foi bastante feliz. Nasci na Suíça, mas as minhas memórias dessa altura são poucas. Vim para Portugal com três anos e vivi essa época cheia de alegrias, família unida, vida no campo, brincadeira e muita liberdade. Foi realmente uma infância enriquecedora. .

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OteuBemEstar: O que mudarias na tua infância?

Irina: Nada. Acho que tudo o que passamos serve para alguma coisa. Mesmo nos dias em que possa ter sentido frustração e tristeza, o peso dos dias felizes é muito maior. Mas se realmente tivesse que mudar algo seria apenas para aproveitar mais aqueles momentos todos de felicidade que passei.

OteuBemEstar: O que dirias hoje à tua criança interior?

Irina: Vive, acredita em ti. Não tenhas medo de sair da tua zona de conforto. Acredita nos momentos de felicidade, não penses que vão ter fim. Tu podes ser feliz, tu és inteligente, tu importas. Nunca tenhas medo de dizer quem és, de defenderes aquilo em que acreditas e de falar a tua verdade.


OteuBemEstar: Quando é que descobriste o teu “Dom”?

Irina: Na verdade, sempre fui muito espiritual desde pequena mas não sabia o que isso significava. Não me lembro do momento exato em que descobri o “dom” porque sempre me lembro de viver num mundo “à parte”.  Penso que uma das minhas primeiras memórias da minha espiritualidade, se não a primeira, era o facto de em pequena me lembrar quem fui numa das minhas vidas passadas e não compreender durante muito tempo o que estava a fazer nesta vida, na casa em que os meus pais viviam. Recordo-me de querer voltar para a vida que tinha antes, acreditando que ainda existia. Depois, foram surgindo os dons mediúnicos. Ouvir o que muitos não ouviam, ver o que muitos não viam, sentir o que muitos não sentiam. E isso trouxe-me o medo. Medo porque era desconhecido. Medo porque muitas coisas que eu via e sentia não eram boas. Durante muitos anos tive medo de falar de tudo isto, vivi em silêncio. Agora tento aos poucos voltar a conectar-me com este meu lado que ficou um pouco bloqueado por eu ter suprimido este lado da mediunidade.

OteuBemEstar: Qual foi o motivo de o desenvolveres?

Irina: Apesar de ter tido uma infância feliz,  foi a partir da minha adolescência que o meu mundo começou um pouco a desabar. Começaram a acentuar-se os sentimentos de falta de confiança, de ansiedade e desvalorização pessoal… No fundo sei que eles sempre estiveram presentes desde pequena, mas foi na puberdade que tudo começou a ganhar peso…  Os anos foram passando, e sempre senti que todos os caminhos que escolhia, nenhum me preenchia, nenhum me fazia feliz. No início desde ano, quando ganhei coragem para fazer a minha primeira consulta a alguém que não conhecia bem, saíndo da minha zona de conforto, apercebi-me que o motivo de me sentir tão perdida durante todos estes anos, era porque eu tinha colocado a minha espiritualidade de lado. Ao fazer a leitura, ao sentir que tinha ajudado aquela pessoa mesmo não a conhecendo bem, e percebendo o porquê de sentir uma ligação tão forte com ela,  senti algo que nunca tinha sentido – que este é o meu propósito. O medo de falhar levou a que durante todos estes anos eu não saísse da minha bolha – só fazia leituras amigos próximos e familiares, sempre em segredo. E isso mudou. Ainda tenho muito para aprender e desenvolver. E sei que quem vive no mundo da espiritualidade, vai aprendendo e desenvolvendo os seus “dons” a vida toda!

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OteuBemEstar: Qual é a terapia com que te mais identificas?

Irina: Neste momento a terapia com que me identifico é mesmo o Tarot Terapêutico. Sinto uma conexão enorme a esta terapia. A cada leitura que faço, dou um bocadinho de mim a quem me procura e levo sempre um bocadinho de cada pessoa. É uma experiência enriquecedora saber que ajudei alguém e que essa pessoa também me ajudou. É uma troca de energia incrível, embora por vezes seja assoberbador gerir as várias energias diferentes. Apesar desta forte ligação com o tarot, o lado mediúnico está sempre presente e tendo aos poucos, voltar a abrir este baú que fechei em pequena.

OteuBemEstar: Quais são os teus objetivos quando usas essa Terapia?

Irina: Os meus objectivos são nunca deixar de aprender e desenvolver não só esta terapia mas também aprender novas terapias. Não só isso, como sentir que consegui encorajar alguém e dar-lhe a força e esperança para encarar o caminho com outra energia e perspectiva. Muitas vezes o tarot só vem mostrar o que a pessoa já sabe lá no fundo. É a voz da intuição a expressar-se num baralho de cartas. Não há sentimento mais enriquecedor que ouvir no final de uma consulta que quem me procurou se sente com mais esperança, leve, otimista e com força para enfrentar quaisquer obstáculos.

OteuBemEstar: Deixaste de fazer algo para desenvolveres essa terapia?

Irina: A nível profissional não. Quando perdi o emprego devido a toda esta situação da pandemia, vi que era um sinal para criar a minha página e para finalmente aceitar que o meu caminho passava por agarrar o tarot de forma profissional. Talvez as coisas que deixei de fazer tenham sido a nível pessoal: deixar de ter medo de mostrar este meu lado, deixar as inseguranças para trás, deixar a minha bolha, deixar para trás pessoas que não se enquadravam com o meu lado espiritual e que só traziam toxicidade para a minha vida.

OteuBemEstar: Tens alguma expetativa ou planos futuros para divulgar esta terapia?

Irina:  Neste momento passa muito pelo instagram. Conseguir desenvolver mais conteúdo, não só a nível de tarot mas também a nível de desenvolvimento espiritual e pessoal e mostrar um pouco do meu trabalho e dar-me a conhecer a que quem ainda não me conhece mas que procura conectar-se com o mundo espiritual e com o tarot. O facto de dar a cara, vai dar a oportunidade das pessoas poderem sentir-se conectadas comigo e com o meu trabalho.

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OteuBemEstar: Completa a frase “Eu não vou Morrer Sem….”

Irina: Eu não vou morrer sem perdoar quem me magoou, sem me perdoar a mim própria pela falta de amor próprio que tive durante muitos anos, sem viver uma vida ligada ao meu desenvolvimento espiritual e sem realizar os meus sonhos.

OteuBemEstar: Completa a frase “Quando eu morrer..”

Irina: Quando morrer espero ser lembrada pelos que me amam com carinho. Espero morrer sabendo que aprendi muita coisa nesta vida para que numa próxima renasça ainda com mais sabedoria.

OteuBemEstar: A morte assusta-te?

Irina: Não. Assusta-me a velhice. Tenho medo de envelhecer, ser esquecida e viver na solidão. A morte em si não me assusta, talvez a forma de morrer. Ninguém merece morrer em sofrimento e é somente esse o meu medo.

OteuBemEstar: Acreditas na vida para além da Morte?

Irina: Acredito. Acredito não só em vida para além da morte como na reencarnação. Acredito no outro lado do véu porque já tive e tenho contacto com esse lado. E se algumas vezes pode tornar-se bonito sabermos que quem amamos ainda nos acompanha, outras vezes é uma tristeza profunda saber que muitos ainda vagueiam por aqui procurando a sua paz.

OteuBemEstar: Um momento marcante na tua vida?

Irina: A morte do meu avô. Foi sem dúvida o momento mais marcante da minha vida. Já passaram doze anos e sinto que é uma cicatriz que vai ficar marcada para sempre.  Tudo o que envolveu a sua morte foi muito doloroso. Trouxe-me muita mágoa e tristeza, mas também me fez crescer. Fez-me perceber que por mais planos que tenhamos, nada acontece da forma como prevemos e temos que aprender a viver com isso..

OteuBemEstar: Qual foi o momento mais surpreendente que viveste?

Irina: Quando tinha dezasseis anos ganhei um estágio profissional em Florença, Itália. Não sei se poderei dizer que foi um momento surpreendente porque sempre senti que seria uma das vencedoras desse estágio, mas ao mesmo  tempo foi uma surpresa. Para além de ter sempre sentido que venceria o estágio, havia uma vozinha me dizia que iria ser em Itália mesmo sem ter sido divulgado o país. Nunca irei esquecer a sensação de certeza que iria conseguir algo, 1 ano antes de tudo acontecer. Foi sem dúvida a voz da minha intuição a falar mais alto e eu dei ouvidos a essa voz. E a experiência em si do estágio, foi muito enriquecedora a nível de desenvolvimento pessoal e emocional. 

OteuBemEstar: Se pudesses visitar qualquer lugar no mundo, onde ias e porquê?

Irina: Nova Zelândia. Sempre foi um país de sonho. Na verdade gostaria de viajar pelo Mundo inteiro e conhecer várias culturas e vários povos. Mas a Nova Zelândia tem um significado especial para mim. Sinto que me iria encontrar em paz lá. Por entre paisagens lindas verdejantes, rios e montanhas rochosas. Quem sabe um dia!

OteuBemEstar: Vamos agora jogar a um Jogo que é o “Se eu fosse…” e tu irás apenas responder o que eras e justificar. Pode ser?

Irina: Sim, pode ser. Vamos lá a isso.

OteuBemEstar: Se eu fosse um cristal…

Irina: Quartzo Cristal por ser um cristal calmante e que limpa as energias negativas. Sinto que sou alguém em quem as pessoas conseguem falar e que transforma o peso do negativo em positivo.

OteuBemEstar: Se eu fosse uma cor …

Irina: Se fosse uma, cor seria duas! Preto e Dourado. Preto para que cada vez mais eu aceite o meu lado mais negro, mais escuro. Dourado para poder ser a luz que brilha no meio da escuridão.

OteuBemEstar: Se eu fosse um animal…

Irina: Seria um Urso. Porque é um animal protector, ligado à família, corajoso e defensor dos que ama. Um animal com uma força extraordinária, com uma simbologia a nível espiritual incrível: símbolo de protecção, introspecção, conhecimento e transformação.

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OteuBemEstar: Se eu fosse uma estação do ano…

Irina: Se fosse uma estação do ano seria o Outono. Altura em que desapegamos do que já não serve. As folhas secas caem para dar oportunidade a que novas possam florescer. A estação das cores palete de cores mais bela: vermelhos, laranjas, castanhos, amarelos. Porque até quando deixamos ir o que já não nos serve,  existe beleza nisso. Por mais triste que seja, é um momento de transformação belo e único. A mudança é a única constante na nossa vida e temos que aceitar isso!

OteuBemEstar: Se eu fosse uma música…

Irina: Posso dizer 3? “Let it Be” dos The Beatles, porque por vezes temos que simplesmente que deixar ir e deixar que a vida tome o seu rumo;  “What a Wonderful World” por Louis Armstrong, porque a beleza da vida está nas pequenas coisas e “Epiphany” dos BTS, porque para que possamos amar alguém temos que aprender primeiro a amarmo-nos.

OteuBemEstar: Se eu fosse uma frase…

Irina: “In order for the light to shine so brightly, the darkness must be present” – “Para que a luz possa brilhar tão intensamente, a escuridão tem que estar presente” Sir Francis Bacon. São os momentos mais duros e sombrios na nossa vida que vão dar oportunidade a renascermos com mais força e brilho. Eles são fundamentais para que possamos dar valor ao presente. Nunca podemos nos esquecer que só conseguimos ver as estrelas de noite, é quando o seu brilho se faz notar. E é incrível quando ganhamos força para acender a nossa luz em plena escuridão!

OteuBemEstar: Se eu fosse um livro …

Irina: “Queimada Viva” de Souad. Uma história incrível de superação e coragem. Quando pensamos que os nossos problemas não têm solução, é inspirador conhecermos histórias chocantes mas que têm um final feliz no meio de tanta dor, mesmo que o “feliz” não signifique “perfeito” . Infelizmente vivemos num Mundo em que ainda existe muita injustiça e muito desrespeito ao próximo, neste caso, a mulheres.  A liberdade de podermos viver um amor como quisermos, de sermos quem realmente somos, continua a não ser uma realidade de muitas mulheres neste planeta.  Este livro marcou-me imenso, passados tantos anos, ainda me lembro da história desta sobrevivente ao pormenor.

OteuBemEstar: Se eu fosse um filme …

Irina: “O Senhor dos Anéis – A Irmandade do Anel” , na verdade, toda a trilogia tem um significado muito grande na minha vida. Pode parecer um filme menos provável de se escolher como filme da vida, mas a verdade é que foi, foram todos. Apesar de ser um filme de fantasia, mostra que até os seres mais improváveis podem mudar a história do mundo. Que unidos somos mais fortes , que podemos superar as nossas diferenças e unirmo-nos por um mundo melhor. Vi esta trilogia como adolescente, deslocada, que sempre sentiu que não tinha valor neste vasto universo. Vivi todos os filmes de forma diferente, vi para além da história. Retirei lições para a vida.

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OteuBemEstar: Vamos continuar e estamos quase a finalizar a nossa conversa. Conta-me qual é a tua maior qualidade?

Irina: Empatia, compreender como as outras pessoas se sentem. Perceber sempre o outro lado ou tentar perceber ao máximo. Compreender que somos todos humanos, que todos temos dores semelhantes, que rimos e choramos da mesma forma. Tento ao máximo conseguir perceber que não podemos nunca desvalorizar a dor de outra pessoa só porque não a entendemos da mesma forma e que devemos valorizar a feliciade dos outros só porque é enriquecedor ver alguém feliz.

OteuBemEstar: O que é mais gratificante para ti: Ajudar ou Ser ajudado?

Irina: Ambos. Embora eu sinta uma gratificação enorme e por vezes tenha dificuldade em aceitar ajuda dos outros, ambos têm valor. É muito gratificante ajudar, principalmente se ajudarmos sem esperar nada em troca, sem motivos por detrás. Ajudar só porque o gostamos de o fazer, porque achamos importante fazê-lo é uma sensação de riqueza interior incrível. Mas é igualmente gratificante sentir que alguém nos quer ajudar, que nos acha importante o suficiente para nos estender a mão. Temos que valorizar quem se predispõe em nos ajudar simplesmente porque sim, sem esperar retribuição.

OteuBemEstar: Qual é o teu Lema de vida e porquê?

Irina: “Not all those who wander are lost” – J.R.R Tolkien – “Nem todos os que vagueiam estão perdidos”. Não é por ainda não estarmos no nosso caminho que significa que não sabemos onde estamos, mesmo que não saibamos para onde vamos. Por vezes é importante errarmos, experimentarmos caminhos diferentes para percebermos qual é ou quais são os caminhos que precisamos de percorrer.

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OteuBemEstar: Que conselho darias às pessoas que te consultam e a todas as pessoas no geral?

Irina: Todas as tempestades quando terminam, não deixam apenas um rasto de caos e destruição. Deixam também a oportunidade de recomeçar do zero. Por mais difícl e doloroso que tenha sido o hoje, amanhã é outro dia. Recomeça, luta e acredita em ti. A quem me procura, tento ao máximo mostrar o potencial enorme que têm para brilhar. A luz pode estar fraca, mas está lá e pode se tornar numa luz forte e bela, se fizermos para isso.

OteuBemEstar: O que tens a dizer sobre a Positividade?

Irina: Não é fácil mantermos o nosso pensamento positivo e fazermos afirmações positivas. Mas o Universo tem poderes incríveis e a partir do momento em que começamos a ver o positivo dentro de uma situação díficil, é quando nos apercebemos que tudo acontece por um motivo, conseguindo sair dessas fases menos boas, seres humanos e espirituais mais fortes e mais capazes. Ao pensarmos positivo, o Universo irá responder-nos da mesma forma. No entanto temos que ter cuidado, porque não basta apenas “pensar positivo” temos também que começar a agir na nossa vida de forma positiva e trabalharmos em nós para recebermos o Karma a nosso favor. 

OteuBemEstar: Defendes a Teoria popular do “Querer é poder”? Porquê?

Irina: Depende. Não consigo dizer “sim ou não”… tem que haver um equilíbrio. A nossa mente tem um grande poder sobre nós. Temos que lutar por aquilo que queremos, pelos nossos sonhos, mas sem sempre essa sede do querer se torna em poder. Existem muitos fatores (financeiros, pessoais, mentais, familiares) à nossa volta que nos podem impossibilitar de conseguirmos realizar o que queremos, por mais que que queiramos.  No entanto, não devemos deixar de dar o nosso máximo em tudo o que fazemos para possamos conquistar os nossos objectivos. Mesmo que não seja ao ritmo dos outros, é ao nosso ritmo, e isso é o mais importante.

OteuBemEstar: Por fim, chegamos à tua ultima pergunta. Achas que com esta conversa conseguimos conhecer mais um pouco de ti e do teu mundo?

Irina: Sim, deu para conhecer um pouco de mim, mas ainda há muito por desvendar e conhecer. Eu própria estou a conhecer-me aos poucos todos os dias, porque todos os dias evoluo e todos os dias há algo de novo em mim. Espero no entanto ter conseguido mostrar que todos nós temos os nossos medos e inseguranças (mesmo quem trabalha em terapias holísticas). Somos “apenas” seres espirituais em constante desenvolvimento e com muitas batalhas para enfrentar.

OteuBemEstar: Obrigado por teres estado aqui “À conversa” comigo!

Irina: Obrigada eu por esta oportunidade de dar a conhecer um pouco de mim através desta entrevista. Agradeço o convite do fundo do coração! Gratidão ☺

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